Sentir

Sentir é a palavra. Sentir o clima, o astral, a energia que neste momento permeia o ar, a água, a mata e a praia. A percepção do Belo. O Belo é harmonia. Quando paro e olho para dentro de mim mesmo, eu sou dois: um eu é memória cerebral desta encarnação, o outro é instinto, eu profundo, memória genética. Onde está a mente? A mente é consciência, aquela que observa os dois. A mente não sente prazer ou dor, ela é o observador, o tertius, formando a Trindade. É perigoso o homem que pensa em mudar o seu semelhante e o mundo de acordo com os seus ideais. É perigoso o homem que pensa na existência de uma realidade objetiva, é perigoso o homem que pensa que somente existe uma realidade, seja a dos sentidos, seja a das idéias. Este homem tem um problema: é cego à diversidade do universo. O homem cego é aquele que mata as coisas do mundo porque não as compreende. Ele racionaliza a realidade, ele não sente, ele não se torna um com ela. A razão divide, o sentimento une.

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